quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
domingo, 29 de novembro de 2015
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
URGENTE: QUINQUÊNIO - DOBRA/APOSENTADOS/PENSIONISTAS/ATIVA
Olá a Todas e Todos,
Orientação sobre Edital de Notificação da PBH publicado no DOM 21/11/2015 "QUINQUÊNIOS APÓS EMENDA CONSTITUCIONAL Nº. 19/1998".
Um abraço, Wanderson Rocha.
URGENTE QUINQUÊNIO:
ATENÇÃO!!! ATENÇÃO!!!
Todas
as pessoas que dobram ou que incorporaram dobra na aposentadoria
DEVERÃO COMPARECER ATÉ SEXTA-FEIRA (27/11/2015) na GERÊNCIA REGIONAL DE
RECURSOS HUMANOS ou na Avenida Augusto de Lima nº30 para IMPUGNAR A
NOTIFICAÇÃO sobre quinquênios.
VER último parágrafo do texto no documento nesse link:
VER abaixo texto Petição para impugnação
PETIÇÃO
Quanto
ao “Edital de Notificação” da Secretaria Municipal de Planejamento,
publicado no DOM de 21 de novembro corrente, impugno-o por desconhecer
os detalhes individualizados aos meus interesses, requerendo, desde já,
fundamentação legal detalhada, bem como planilhas de cálculos, que
individualizem as alegações a ampararem o entendimento da Administração
Municipal.
Belo Horizonte, __ de novembro de 2015
_______________________________________________
Assinatura e BM(s)
domingo, 22 de novembro de 2015
sábado, 14 de novembro de 2015
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
terça-feira, 10 de novembro de 2015
sábado, 31 de outubro de 2015
domingo, 27 de setembro de 2015
NA LUTA E NA ELEIÇÃO DO SINDREDE, CONSTRUIR A UNIDADE PARA ENFRENTAR OS ATAQUES DE DILMA, MARCIO LACERDA e AECIO
Aproxima-se a data da renovação da Diretoria do
Sind-Rede/BH. A eleição é um momento importante no qual escolheremos a
equipe que irá estar a frente da luta de resistência da categoria pelos
seus direitos, bem como, da defesa da educação e de serviços públicos de
qualidade. O Coletivo Fortalecer que atua na diretoria e na base da
categoria, apresenta o que considera ser a melhor política para as
eleições do sindicato, considerando o cenário atual.
Diante da crise econômica que assola o mundo e o país, o governo Dilma, escolheu proteger o lado das elites. Todas as medidas do governo petista com o seu aliado PMDB jogam a conta da crise nas costas da população trabalhadora. Vejam elas: o ajuste fiscal retira bilhões dos serviços públicos e corta programas sociais; a criação do PPE (Plano de Proteção ao Emprego) que reduz salário e não garante o emprego; as MPs 664 e 665 que retiram direitos previdenciários e trabalhistas; o retorno da CPMF que atinge principalmente a população; o aumento dos juros; a inflação; dentre outras medidas. O governo aprofunda as medidas de austeridade como parte do seu compromisso assumido com aqueles que garantiram a sustentação de seu governo diante da crise política que o ameaçou. Estamos falando de banqueiros (Itaú e Bradesco), Organizações Globo, FIESP e FIERJ, dentre outros conglomerados empresariais nacionais e internacionais. Considerando ainda a corrupção que subtrai bilhões de reais dos cofres públicos.
Esse governo não pode ser defendido porque não governa para os trabalhadores, governa para o capital.
Também não pode haver confiança na oposição de direita chefiada pelo PSDB/DEM, pois estes partidos defendem a mesma política que o PT está aplicando. No governo FHC/ PSDB, 1994-2002, se aprofundou neoliberalismo no Brasil com privatizações e ataques a direitos sociais e trabalhistas. Eles também não nos representam!
O SIND-REDE/BH Precisa ser parte de uma OPOSIÇÃO DE ESQUERDA ao PT/PMDB/PSDB/DEM e seus governos.
Em BH se aprofunda o processo de privatização da cidade. Quem manda são os empresários do transporte coletivo, as empreiteiras e as empresas terceirizadas. Esta visão empresarial está tentando destruir o serviço público através do aprofundamento da terceirização e das parcerias público privado (PPP). Para isso o prefeito precisa acabar com a resistência dos servidores públicos e destruir os seus sindicatos. Querem aprovar legislações que desmantelem o serviço público a exemplo do PL 1581 (que cria o Serviço Social Autônomo que permite terceirizar atividade fim no serviço público e desviar recurso público para as empresas terceirizadas), o PL 1697 (desregulamenta os planos de carreira, inicialmente para os novos servidores), e o PL 1698 que criaria mais 400 cargos de chefia ganhando mais de 5 mil reais mensais. Este tiveram a tramitação suspensa pelo poder de nossa mobilização O governo ainda propõe mudanças em nossas Carreiras, tenta aumentar o percentual da Avaliação de Desempenho, etc. Querem implantar uma política meritocrática nos serviços públicos, para individualizar o mérito do trabalho, estabelecer a competitividade em nosso meio, nos dividir, para nos enfraquecer e destruir o serviço público.
O governo Marcio Lacerda não representa o interesse da população trabalhadora da cidade, precisa ser combatido. O SIND-REDE/BH deve se manter enquanto parte do combate a esse governo, em defesa dos interesses dos trabalhadores em educação em unidade com os demais servidores. Nesse momento, realizamos uma greve que é essencial para impedir estes ataques.
Construir a unidade da categoria para lutar contra esses governos
Para o Coletivo Fortalecer é fundamental que a categoria se unifique em uma greve porque esta é crucial na defesa dos nossos direitos. Mas é preciso dar um passo ainda maior nesta unidade e a construirmos para o processo eleitoral do sindicato, que se combina com a nossa luta, culminando em uma chapa unitária com os principais ativistas e lideranças veteranas e novatas para formar uma diretoria AINDA MAIS FORTE e RENOVADA.
Para nós do Fortalecer a unidade não tem razão de ser em si mesma, ela tem que ser expressa a partir de um programa político que contemple os seguintes pontos:
- a campanha contra Dilma PT/ Temer e Cunha PMDB e a oposição de direita representada pelo PSDB/DEM e Aécio Neves;
- a campanha contra Marcio Lacerda PSB/PSDB;
- a luta contra o ajuste fiscal e todas as retiradas de direitos que estão sendo aplicadas pelos governos federal, estadual e municipal;
- a manutenção da independência política do sindicato perante os governos;
- a defesa da democracia no sindicato;
- contra a privatização da educação e dos serviços públicos;
- a luta contra a meritocracia, o controle pedagógico docente e pela autonomia pedagógica;
- a manutenção do SIND-REDE/BH enquanto um sindicato de luta em favor de direitos, contra a exploração, contra toda a forma de opressão, em defesa da diversidade.
Acreditamos que juntos somos sempre mais fortes e cada um de nós tem muito a contribuir na elaboração de um Programa que contemple de maneira efetiva as demandas e reivindicações da categoria. O Sindicato somos todos nós e, por isso, convidamos a todas as trabalhadoras e trabalhadores em educação da Rede Municipal de Belo Horizonte a participar de nossas reuniões, contribuir com sugestões, críticas, reivindicações e propostas.
Assim, teremos uma gestão ainda mais democrática e representativa, ainda mais aberta à participação dos trabalhadores e, por consequência, ainda mais combativa na luta por nossos direitos.
A nossa próxima reunião será dia 30, quarta-feira, âs 14 horas, no Sind-Rede. Participe!
Belo Horizonte, 26 de setembro de 2015
Coletivo Fortalecer
Contatos
WhatsApp 8814.1623
coletivofortalecer.blogspot.com
Ataques e mais ataques aos direitos dos trabalhadores
Diante da crise econômica que assola o mundo e o país, o governo Dilma, escolheu proteger o lado das elites. Todas as medidas do governo petista com o seu aliado PMDB jogam a conta da crise nas costas da população trabalhadora. Vejam elas: o ajuste fiscal retira bilhões dos serviços públicos e corta programas sociais; a criação do PPE (Plano de Proteção ao Emprego) que reduz salário e não garante o emprego; as MPs 664 e 665 que retiram direitos previdenciários e trabalhistas; o retorno da CPMF que atinge principalmente a população; o aumento dos juros; a inflação; dentre outras medidas. O governo aprofunda as medidas de austeridade como parte do seu compromisso assumido com aqueles que garantiram a sustentação de seu governo diante da crise política que o ameaçou. Estamos falando de banqueiros (Itaú e Bradesco), Organizações Globo, FIESP e FIERJ, dentre outros conglomerados empresariais nacionais e internacionais. Considerando ainda a corrupção que subtrai bilhões de reais dos cofres públicos.
Esse governo não pode ser defendido porque não governa para os trabalhadores, governa para o capital.
Também não pode haver confiança na oposição de direita chefiada pelo PSDB/DEM, pois estes partidos defendem a mesma política que o PT está aplicando. No governo FHC/ PSDB, 1994-2002, se aprofundou neoliberalismo no Brasil com privatizações e ataques a direitos sociais e trabalhistas. Eles também não nos representam!
O SIND-REDE/BH Precisa ser parte de uma OPOSIÇÃO DE ESQUERDA ao PT/PMDB/PSDB/DEM e seus governos.
Márcio Lacerda, o prefeito empresário
Em BH se aprofunda o processo de privatização da cidade. Quem manda são os empresários do transporte coletivo, as empreiteiras e as empresas terceirizadas. Esta visão empresarial está tentando destruir o serviço público através do aprofundamento da terceirização e das parcerias público privado (PPP). Para isso o prefeito precisa acabar com a resistência dos servidores públicos e destruir os seus sindicatos. Querem aprovar legislações que desmantelem o serviço público a exemplo do PL 1581 (que cria o Serviço Social Autônomo que permite terceirizar atividade fim no serviço público e desviar recurso público para as empresas terceirizadas), o PL 1697 (desregulamenta os planos de carreira, inicialmente para os novos servidores), e o PL 1698 que criaria mais 400 cargos de chefia ganhando mais de 5 mil reais mensais. Este tiveram a tramitação suspensa pelo poder de nossa mobilização O governo ainda propõe mudanças em nossas Carreiras, tenta aumentar o percentual da Avaliação de Desempenho, etc. Querem implantar uma política meritocrática nos serviços públicos, para individualizar o mérito do trabalho, estabelecer a competitividade em nosso meio, nos dividir, para nos enfraquecer e destruir o serviço público.
O governo Marcio Lacerda não representa o interesse da população trabalhadora da cidade, precisa ser combatido. O SIND-REDE/BH deve se manter enquanto parte do combate a esse governo, em defesa dos interesses dos trabalhadores em educação em unidade com os demais servidores. Nesse momento, realizamos uma greve que é essencial para impedir estes ataques.
Construir a unidade da categoria para lutar contra esses governos
Para o Coletivo Fortalecer é fundamental que a categoria se unifique em uma greve porque esta é crucial na defesa dos nossos direitos. Mas é preciso dar um passo ainda maior nesta unidade e a construirmos para o processo eleitoral do sindicato, que se combina com a nossa luta, culminando em uma chapa unitária com os principais ativistas e lideranças veteranas e novatas para formar uma diretoria AINDA MAIS FORTE e RENOVADA.
Para nós do Fortalecer a unidade não tem razão de ser em si mesma, ela tem que ser expressa a partir de um programa político que contemple os seguintes pontos:
- a campanha contra Dilma PT/ Temer e Cunha PMDB e a oposição de direita representada pelo PSDB/DEM e Aécio Neves;
- a campanha contra Marcio Lacerda PSB/PSDB;
- a luta contra o ajuste fiscal e todas as retiradas de direitos que estão sendo aplicadas pelos governos federal, estadual e municipal;
- a manutenção da independência política do sindicato perante os governos;
- a defesa da democracia no sindicato;
- contra a privatização da educação e dos serviços públicos;
- a luta contra a meritocracia, o controle pedagógico docente e pela autonomia pedagógica;
- a manutenção do SIND-REDE/BH enquanto um sindicato de luta em favor de direitos, contra a exploração, contra toda a forma de opressão, em defesa da diversidade.
Venha fazer parte desse movimento!
Acreditamos que juntos somos sempre mais fortes e cada um de nós tem muito a contribuir na elaboração de um Programa que contemple de maneira efetiva as demandas e reivindicações da categoria. O Sindicato somos todos nós e, por isso, convidamos a todas as trabalhadoras e trabalhadores em educação da Rede Municipal de Belo Horizonte a participar de nossas reuniões, contribuir com sugestões, críticas, reivindicações e propostas.
Assim, teremos uma gestão ainda mais democrática e representativa, ainda mais aberta à participação dos trabalhadores e, por consequência, ainda mais combativa na luta por nossos direitos.
A nossa próxima reunião será dia 30, quarta-feira, âs 14 horas, no Sind-Rede. Participe!
Belo Horizonte, 26 de setembro de 2015
Coletivo Fortalecer
Contatos
WhatsApp 8814.1623
coletivofortalecer.blogspot.com
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Eficiência e atraso na construção de creches em BH
Ricardo Rodrigues - Hoje em Dia
Editoria de Arte

O modelo de unidades municipais de educação infantil em Belo Horizonte sugere “um peso, duas medidas”. Umeis construídas por parceria público-privada (PPP) com a Odebrecht caminham a passo célere: das 46 previstas, 36 estão prontas. As dez ainda em execução, informa a empresa, serão entregues até janeiro. Do contrato de R$ 250 milhões obtidos da prefeitura em 2012, os repasses estão em dia.
Enquanto isso, o abandono de empreendimentos contratados pela prefeitura via Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap), também para a construção de creches, virou prática comum. Cinco estão em obra desde abril de 2013. Apenas as Umeis Monte Azul e Paulo VI (regionais Norte e Nordeste) devem ficar prontas até o fim do ano. As demais estão paralisadas por distrato das construtoras e aguardam novos editais: Céu Azul, São José e Jardim Montanhês.
O gerente de expansão da Secretaria de Educação, José Aloísio de Castro, tem uma explicação para tanta diferença em um mesmo programa: “se houver distrato em PPP, a multa prevista é altíssima. Isso não ocorre com as contratações por obra direta”. No entendimento dos técnicos da prefeitura, a lei de licitações públicas (nº 8.666) é um obstáculo.
Castro explica que a PPP pressupõe serviço – a empresa faz a vigilância, capina e manutenção, rede wifi, administração predial, lavanderia e outros serviços não pedagógicos. “O aval do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) legitimou a PPP e garantiu o repasse de um terço do valor das obras ao município”. Isso significa 57 Umeis construídas com o apoio federal, somando R$ 75,3 milhões.
“Belo Horizonte é muito procurada por outras prefeituras para copiar o modelo de PPP”, afirma Castro. A lista inclui Belém, São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus e Vitória, além de Ribeirão Preto e São Bernardo do Campo.
Giselia dos Santos e a filha Yasmin sonham coma construçãoda Umei do bairro Jardim Montanhês, que depende de novo (Foto: Frederico Haikal/Hoje em Dia)
Giselia dos Santos e a filha Yasmin sonham coma construçãoda Umei do bairro Jardim Montanhês, que depende de novo (Foto: Frederico Haikal/Hoje em Dia)
Dinheiro triplicou
Castro destaca que o programa pulou de 40 Umeis em 2009 para 115 unidades prontas e entregues, das quais 36 construídas pela Odebrecht. “A PPP permitiu ao município levantar, em menos de dois anos, 26 unidades, em média duas a três escolas por mês. Pelo método tradicional (licitação pública feita pela Sudecap, responsável por contratar e administrar as obras), eram construídas cinco unidades por ano”, compara o gerente de expansão.
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Mais verba
A PBH triplicou o investimento na educação infantil (obras e custeio), que pulou de R$ 136 milhões em 2009 para R$ 340 milhões em 2014. Até dezembro serão R$ 426 milhões. Em 2009, eram 40 Umeis, agora são 115.
Faltam ser entregues 15 creches – dez de PPP e cinco da Sudecap –, chegando a 130 até dezembro de 2016, o que totalizaria a oferta de 46.490 vagas a partir de janeiro de 2017. São 70 escolas a menos que as 200 prometidas pelo prefeito Marcio Lacerda (PSB) ao cabo de duas campanhas eleitorais vitoriosas (2008 e 2012).
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Polêmica
As Umeis foram alvo de audiência pública na Câmara, que discutiu as condições físicas, manutenção e conservação de dez escolas da rede municipal – nas regionais Noroeste, Barreiro, Venda Nova e Nordeste.
Na reunião, em abril, a comunidade e representantes dos professores queixaram-se do descaso com as unidades da periferia. Procurada, a prefeitura não informou se as providências reclamadas pela população foram tomadas.
Interesse da classe média por Umeis incentiva manutenção da qualidade no ensino
O diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal (SindRede), Wanderson Rocha, critica a intenção da prefeitura de privilegiar o setor privado, sob o argumento de que é melhor privatizar do que ter obra pública. “A prefeitura está assumindo que há incompetência da Sudecap, deixando elevar o grau de insatisfação. Está fazendo isso de modo intencional. Não é falta de competência dos funcionários da Sudecap, que tem corpo técnico competente”.
Na avaliação de Rocha, a prefeitura precisa cobrar da empresa o cumprimento dos contratos licitados e não trazer prejuízo aos professores e à sociedade. “Enquanto a Umei Timbiras, na Centro-Sul, foi construída em tempo recorde por PPP, as crianças da periferia vão ficar no prejuízo com os atrasos da Sudecap. Isso é irresponsabilidade, porque o governo federal repassou o dinheiro”.
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Classe média aprova
José Aloísio de Castro, gerente de expansão da Secretaria Municipal de Educação (SME), lembra que o modelo Umei surgiu como política de educação que vê a criança como sujeito de direitos, uma concepção de cuidar e educar, com alimentação balanceada e atenção à saúde.
Embora o programa de Umeis tenha surgido com a proposta de priorizar áreas de vulnerabilidade social, Castro ressalta que a excelência de atendimento atraiu famílias da classe média, que passaram a valorizar a educação pública. “A demanda da classe média é incentivadora da qualidade, porque tem maior poder de cobrança e é mais articulada”.
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Morosidade
Prevista no Orçamento Participativo 2009/2010, a Umei Céu Azul é prova da lentidão nas obras. Paralisada desde 2013, a Sudecap informa que o processo licitatório para a conclusão está em andamento. A construção seria iniciada em julho de 2011 e entregue em janeiro de 2014, ao custo de R$ 2,8 milhões, para atender a 440 crianças. Mas a construtora pediu distrato e a segunda colocada na licitação não demonstrou interesse.
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Inscrições para o próximo ano devem extrapolar oferta de vagas
“As inscrições vão extrapolar a oferta de vagas”, prevê o gerente de expansão da Secretaria de Educação, José de Castro. Ele afirma que a expectativa da prefeitura é universalizar o ensino de 4 e 5 anos até o fim de 2016. “Não vai ficar criança sem escola. Vamos ser plenamente capazes de universalizar a educação infantil em 2016”.
O balanço do cadastramento escolar infantil para o ano que vem, finalizado na última sexta-feira, deve ser divulgado na próxima semana. O déficit este ano foi de 20 mil vagas, 3 mil a mais do que em 2013. Diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal (SindRede), Wanderson Rocha põe em dúvida a questão.
“Será que a prefeitura vai comprar vaga em escola particular para atender a todas as crianças de 4 e 5 anos, como determina o Plano Nacional de Educação?”, indaga Rocha. “Tem verba, tem professor, tem aluno, mas não tem a infraestrutura pronta. Até quando a população vai pagar pela incompetência do gestor público?”.
Ele afirma que a categoria espera contar com apoio do Ministério Público para resguardar direitos de crianças em situação de vulnerabilidade e de mães que precisam trabalhar.
Rocha sugere à prefeitura o aluguel de outro espaço para contornar esses problemas. “Na Umei Céu Azul, o quadro de matrículas para crianças foi feito, mas as obras não foram retomadas. Já tem professores que estão fazendo trabalho em outras escolas”.
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Espera-se que o ano letivo de 2017 comece com uma oferta de quase 70 mil vagas (somando Umeis e rede conveniada)
115 Umeis estão prontas; A meta é chegar a 130 unidades em 2016
Fonte: Hoje Em Dia
sábado, 12 de setembro de 2015
Sind-REDE/BH - Plenárias de Representantes de Escola/Umei - 09/09/2015
CONSTRUIR A GREVE PRA DEFENDER OS DIREITOS CONQUISTADOS!
As
Plenárias de representantes do dia 09/09 (manhã/tarde/noite)
aprofundaram na discussão de que é preciso uma resposta imediata da
categoria num cenário de reajuste 0% (zero) e de retiradas de direitos
conquistados. Sendo assim, as(os) representantes de Escolas/UMEIs
indicaram que a categoria vote pela deflagração de uma forte greve na
Assembleia da Educação no dia 22/09. Abaixo, o Calendário de Atividades:
11/09 – Lançamento dos livros de Amanda Gurgel; Cássio Diniz e Carlos Bauer - 18h30 - Sind-REDE/BH
12/09 - Assembleia Caixa Escolar - 14h - Sind-REDE/BH
* 13/09 – Panfletagem na Virada Cultural. - 09h – Porta da PBH
14 a 18/09 – Semana de Luta da Educação Infantil com panfletagem, conversa com a Comunidade Escolar e etc.
16/09 - Mobilização pelas 7h de Atividades Extraclasse (Planejamento). Dia de entrega dos requerimentos na Regional Venda Nova.
Concentração às 11h, na Avenida Érico Veríssimo nº 1.428, Rio Branco. Obs.: Terá a presença do Sin-REDE/BH.
17/09 - Mobilização pelas 7h de Atividades Extraclasse (Planejamento). Dia de entrega dos requerimentos na Regional Leste.
Concentração às 11h, na Rua Lauro Jaques, nº 20, Floresta. Obs.: Terá a presença do Sind-REDE/BH.
18/09 - Reunião de Auxiliares de Secretaria – 08h30 – Sind-REDE/BH
18/09 - Reunião de negociação com a PBH – horário e local a definir. Convocação das(os) representantes de Escola/UMEI.
18/09 - Marcha das Trabalhadoras e Trabalhadores em São Paulo.
21/09 - Discussão nas Escolas/Umeis sobre a greve e envio de comunicado à Comunidade Escolar.
22/09 - Assembleia da Educação - 08h30- Auditório da Faculdade de Direito da UFMG.
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A Plenária da tarde deliberou que o Sind-REDE/BH oriente as escolas a
não se organizarem para participar de um evento promovido por um
prefeito que precariza as condições de trabalho e não valoriza os
profissionais da educação.
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
INTENSIFICAR A LUTA PELAS 7 HORAS DE ATIVIDADES EXTRACLASSE, JÁ!
Em
2014 intensificamos a nossa luta pelas 7h de Atividades Extraclasse
(Planejamento), tendo como referência o dia 25 de abril, no qual as
Escolas e Umeis conseguiram construir uma estrutura de organização que
propiciou o debate coletivo sobre as nossas condições de trabalho e as
nossas intervenções pedagógicas. Isso culminou com uma forte greve que
teve como uma das conquistas a ampliação do nosso tempo de 5 (cinco)
para 6 (seis) horas de Atividades Extraclasse. Porém, foi preciso
fortalecer o coletivo de professoras(es) e bancar a não substituição
nessa ampliação. Em 2015, teremos que dar mais um passo coletivamente
para a conquista das 7 (sete) horas. Recentemente, a justiça, através do
Processo nº 6028126-24.2015.8.13.0024, concedeu liminar a um professor
da Rede com a seguinte determinação:
Diante
do exposto, DEFIRO o pedido liminar, para determinar que o requerido
conceda e garanta que 1/3 (um terço) da jornada de trabalho do
requerente, seja utilizada para realização do planejamento e preparação
pedagógica (fora de sala de aula), não sendo considerando para tanto o intervalo de recreio. (grifo nosso)
O que faremos agora?
A
nossa Campanha Salarial 2015 continua nesse 2º semestre, sendo assim a
Diretoria Colegiada do Sind-REDE/BH orienta que todas(os)
professoras(es) entreguem um REQUERIMENTO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO
às direções de Escola/Umei exigindo o imediato e integral cumprimento
das 7 horas de Atividades Extraclasse.
Obs.:
São 2 (duas) vias – numa via direção deverá assinar, datar e carimbar.
Guardar essa via e esperar a resposta, que deverá ser por escrito.
Abaixo, temos um modelo do requerimento para professoras(es) de Escolas e Umeis :
(clicar no texto)
(clicar no texto)
Fonte: Sind-REDE/BH
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
sábado, 1 de agosto de 2015
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Indicação do Coletivo Fortalecer: Gestão Escolar Democrática - Prof. Vitor Henrique Paro
Fonte: Vitor Henrique Paro
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Greve Educação Infantil de BH - Audiência Pública - 28/05/2015
Olá a Todas e Todos,
A audiência pública na Câmara Municipal de BH ficou lotada. As Professoras para Educação Infantil e as famílias manifestaram desacordo com a contratação da função de Auxiliar de Apoio à Educação Infantil que é a terceirização da atividade fim da educação infantil (somente professora pode cuidar e educar). Foi exigido também a unificação da carreira da Professora para a Educação com a do Professor Municipal - formação igual tem que ter salário igual).
Abaixo, envio link com algumas reportagens sobre a greve de advertência da Educação Infantil em BH:
A audiência pública na Câmara Municipal de BH ficou lotada. As Professoras para Educação Infantil e as famílias manifestaram desacordo com a contratação da função de Auxiliar de Apoio à Educação Infantil que é a terceirização da atividade fim da educação infantil (somente professora pode cuidar e educar). Foi exigido também a unificação da carreira da Professora para a Educação com a do Professor Municipal - formação igual tem que ter salário igual).
Como resultado da mobilização os vereadores se comprometeram a solicitar a suspensão dos contratos de Auxiliares de Apoio à Educação Infantil e a constituição de uma comissão que terá também a participação da Diretoria Colegiada do Sind-REDE/BH, Professoras para a Educação Infantil e Mães de estudantes da Escolas Municipais e UMEIs.
Abaixo, envio link com algumas reportagens sobre a greve de advertência da Educação Infantil em BH:
Clicar nos títulos
Comissão vai solicitar suspensão da contratação de auxiliares em UMEIs
Professores da educação infantil de Belo Horizonte paralisam atividades
Servidores da PBH participam de audiência para discutir greve na educação infantil
Professores da educação infantil de Belo Horizonte paralisam atividades
Professores das UMEIs fazem paralisação em BH contra criação de cargo de auxiliar
sábado, 16 de maio de 2015
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Informes do Sind-REDE/BH - 11/05/2015
Pesquisa sobre o BOICOTE ao AVALIABH:
Clicar no link abaixo
BOLETIM DA REDE
Clicar no título abaixo
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Informes do Sind-REDE/BH - 11/05/2015
sexta-feira, 1 de maio de 2015
DIA DE GREVE - SIND-REDE/BH - 06/05/2015
CLICAR na palavra abaixo para acessar o
Boletim Nº 81/2015:
ATENÇÃO!!!
MUDANÇA DO LOCAL DA ASSEMBLEIA DE AMANHÃ 06/05/2015 ÀS 14 HORAS.
Devido à previsão de chuva para amanhã juntamente com a expectativa da
presença de um grande número de pessoas, MUDAMOS O LOCAL DA ASSEMBLEIA
DE AMANHÃ PARA O AUDITÓRIO DA FACULDADE DE DIREITO DA UFMG que fica ao
lado do local anteriormente marcado.
NOVO LOCAL: AUDITÓRIO DA FACULDADE DE DIREITO DA UFMG
ENDEREÇO: Avenida João Pinheiro Nº100, Centro/BH
Esperamos todxs lá!
Esperamos todxs lá!
Marcadores:
DIA DE GREVE - SIND-REDE/BH - 06/05/2015
NOTA DO SIND-REDE/BH EM APOIO AOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DO PARANÁ E REPÚDIO AO GOVERNADOR DO ESTADO BETO RICHA(PSDB)
O Sind-REDE/BH, Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte, torna público o seu repúdio ao governador do Estado do Paraná, Beto Richa (PSDB), por enviar tropas da polícia militar para reprimir o protesto contra a votação do ParanaPrevidencia e promoção de um ajuste fiscal estadual. Repudiamos também os deputados da base governista por votarem o projeto de lei que altera custeio da ParanaPrevidência enquanto ocorria um verdadeiro massacre contra os Trabalhadores em Educação do Paraná.
Manifestamos nosso total apoio à luta por direitos dos Trabalhadores em Educação do Paraná!
Também apoiamos as greves dos Trabalhadores em Educação de São Paulo, Pará e Pernambuco!
Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte - Sind-REDE/BH
Fonte: Sind-REDE/BH
terça-feira, 28 de abril de 2015
Informes Sind-REDE/BH - malote 27/04/2015
MALOTE ENVIADO PARA ESCOLAS E UMEIs EM 27-04-2015
Conteúdo:
Clicar nos títulos abaixo
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Informes Sind-REDE/BH - malote 27/04/2015
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Situação das escolas e umeis da Prefeitura de Belo Horizonte - 16/04/2015
Diante de estruturas precárias, comunidade escolar cobra manutenção
Quinta-feira, 9 abril, 2015

Goteiras, trincas, rachaduras,
trepidações, destelhamento e risco de desmoronamento foram alguns dos
problemas apontados por professores e alunos das escolas municipais
Presidente Itamar Franco, Zilda Arns, Ciac Lucas Monteiro Machado e
Pedro Nava, em audiência pública da Comissão de Educação, Ciência, Cultura, Desportos, Lazer e Turismo,
nesta quinta-feira (9/4). A Secretaria Municipal de Educação garante
que há verba suficiente e a Superintendência de Desenvolvimento da
Capital (Sudecap) afirma que há projetos prontos para a execução de
obras de drenagem e reforço estrutural nos prédios. A comunidade escolar
cobra uma política pública para a manutenção desses espaços.
Reportagem completa é só clicar no seguinte link:
http://www.cmbh.mg.gov.br/noticias/2015-04/diante-de-estruturas-precarias-comunidade-escolar-cobra-manutenção
Fonte: CMBH
Cobra lá, descumpre cá - Hoje em Dia - Belo Horizonte - MG - Horizontes - 28 e 29 - 25.825 - Quarta-feira, 15 de abril de 2015
Fonte: Ideia Fixa