segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Traidores da Educação em Minas Gerais - 2011

Olá a Todas e Todos,
O dia 23 de Novembro, ano corrente, as(os) deputadas(os) estaduais legitimaram a quebra do Termo de Compromisso firmado, entre o governador Anastasia, a Assembleia Legislativa e o Sind-UTE/MG, para o encerramento da greve das(os) Trabalhadoras(es) em Educação da Rede Estadual de Ensino de Minas Gerais – REE/MG. O termo tinha como objetivo "aprimorar e reposicionar na tabela salarial da carreira da educação (em ambas as suas atuais formas de remuneração), com impactos salariais desdobrados de 2012 até 2015".
De forma unilateral, o governador enviou o Substitutivo nº 5 ao Projeto de Lei 2.355/11, que dispõe sobre aperfeiçoamentos na política remuneratória das carreiras do Grupo de Atividades da Educação Básica e das carreiras do pessoal civil da Polícia Militar e dá outras providências. Este substitutivo foi enviado no dia 22 de novembro, através da mensagem 121/11 do governador Anastasia, em regime de urgência e sem discussão nas comissões competentes para tratar de assunto tão relevante. No dia 23, o parecer foi dado em menos de 24h pelo Deputado Duarte Bechir (PSD), que logicamente, sendo fiel ao governador, deu parecer pela aprovação do substitutivo e reprovação de todas as emendas da oposição.
"Esperava-se" que houvesse uma forte defesa pública ao substitutivo por parte dos parlamentares que apoiam o governador Anastasia, porém aguardaram pacientemente em silêncio o momento da votação. Com o esgotamento das estratégias parlamentares da oposição para a obstrução da tramitação do substitutivo ficou assim o resultado: 20 apoiadores das(os) Trabalhadores em Educação da REE/MG votaram contra o substitutivo nº 5 e 51 traíram, ao votarem a favor da retirada de direitos implementada pelo governo.
Abaixo, envio a relação daquelas(es) deputadas(os) que entraram na lista das(os) inimigas(os) da Educação Pública em Minas Gerais:
Obs.: Não podemos deixar cair no esquecimento a traição destas(es) deputadas(os)!
                                                                                              
                     
  Alencar da Silveira Jr (PDT)                    Ana Maria Resende (PSDB)         Anselmo José Domingos (PTC)
                   
                      
  Antônio Carlos Arantes (PSC)                       Antônio Genaro PSC)                       Antônio Lerin (PSB)
                      
    Arlen Santiago (PTB)                          Bonifácio Mourão (PSDB)                  Bosco (PT do B)
                      
    Carlos Henrique (PRB)                             Carlos Mosconi (PSDB)                    Cássio Soares (PSD)

                             
    Célio Moreira (PSDB)                        Dalmo Ribeiro Silva (PSDB)                  Deiró Marra (PR)
                   
    Délio Malheiros (PV)                              Doutor Viana (DEM)                  Doutor Wilson Batista (PSD)
                  
    Duarte Bechir (PSD)                                Duilio de Castro (PMN)                Fabiano Tolentino (PSD)
                     
     Fábio Cherem (PSD)                                     Fred Costa (PHS)                    Gilberto Abramo (PRB)
                         
      Gustavo Corrêa (DEM)                               Gustavo Perrella (PDT)                 Gustavo Valadares (PSD)
                        
       Hélio Gomes (PSD)                                     Hely Tarqüínio (PV)                       Inácio Franco (PV)

                       
      Jayro Lessa (DEM)                                       João Leite (PSDB)                    João Vítor Xavier (PRP)

                       
     José Henrique (PMDB)                                 Juninho Araújo (PTB)                Leonardo Moreira (PSDB)
                      
  Luiz Carlos Miranda (PDT)                           Luiz Henrique (PSDB)           Luiz Humberto Carneiro (PSDB)
                                
     Luzia Ferreira (PPS)                                   Marques Abreu (PTB)                Neider Moreira (PSD)
                      
  Neilando Pimenta (PHS)                                 Pinduca Ferreira (PP)                  Romel Anízio (PP)

                      
      Rômulo Veneroso (PV)                                  Rômulo Viegas (PSDB)         Sebastião Costa (PPS)
                      
    Tenente Lúcio (PDT)                                       Tiago Ulisses (PV)                         Zé Maia (PSDB)

Imagens: ALMG

Um abraço,

Wanderson Rocha

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Assembleia Unificada dos Servidores da PBH 2011

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Eleição para Diretor e Vice-diretor na RME/BH 2011

Olá a Todas e Todos,
abaixo, envio um texto sobre as eleições para Diretor e Vice-diretor na Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte que foi elaborado pelo Nilton e pela Marcia, ambos da Escola Municipal Fransico Magalhães Gomes.
Obs.: Recebi este texto no mês de agosto, ano corrente, e o disponibilizo por entender que este um momento importante na RME/BH.
A importância da eleição de diretores nas escolas públicas.

1 – Como é o processo eleitoral na RME-BH?
Embora de modo oficioso, as escolas da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte (RME-BH) já estão mergulhadas no processo eleitoral que definirá seus diretores no próximo triênio (2012-2014).
A comunidade eleitoral escolar é composta por docentes e funcionários concursados, alunos com a idade de 14 anos ou mais. Quando o aluno tem menos de 14 anos, o voto é da família. Em tese, o maior segmento da comunidade escolar é a família, pois a maioria dos alunos da RME-BH tem menos de 14 anos. Isso porque a sua maioria frequenta a educação infantil e o ensino fundamental.
De acordo com a tradição da RME-BH, o voto é universal. Ou seja, ele não é proporcional. Explicando melhor: no voto proporcional é definido dois segmentos e, independente do tamanho, cada um tem um peso ou um valor correspondente a 50% da votação. Assim, se temos numa eleição 50 docentes e funcionários cadastrados para votar e 200 pais e alunos, o voto de cada eleitor do primeiro segmento é igual a um e, do segundo, igual a 0,25 de um voto. No modelo universal cada voto, seja docente, aluno ou pai, tem o mesmo peso ou valor; ou seja, vale um. Para definir vantagem ou desvantagem de um modelo ou de outro é preciso partir de um interesse específico de análise. Se partirmos do princípio liberal de que todos são iguais diante da lei, o voto universal é o mais adequado. Não há hoje na RME-BH nenhum movimento relevante que conteste o voto universal.
A cada ano eleitoral, a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte (Smed-BH) emite uma portaria definindo as regras do processo naquele ano. A comunidade escolar, de acordo com essas regras, escolhe o diretor da escola e o vive-diretor. Houve uma época em que o processo eleitoral não se encerrava com a escola do diretor. Havia ainda a eleição da coordenação que acontecia nos turnos e/ou nos ciclos. Mas recentemente, a escolha da coordenação se transformou em uma prerrogativa dos diretores eleitos. Algumas escolas, com base na sua tradição e nos seus princípios democráticos, mantiveram nas mãos dos docentes a responsabilidade de escolher os coordenadores.
Se vivemos numa sociedade que se considera democrática, se reivindicamos o direito de escolher nossos governantes, de acompanhar sua gestão, de fazer as críticas que achamos pertinentes, de nos indignarmos quando esses não respeitam a vontade popular, devemos, então, valorizar o máximo possível o processo eleitoral nas escolas públicas. A escola é a agência onde se divulga conhecimento, cultura, valores necessários ao pleno desenvolvimento do indivíduo. Escolher diretores de escola ou governantes do país é um aprendizado, um conhecimento, uma cultura, um valor que a escola deve difundir sempre. Para quem não viveu outras experiências pode parecer que o processo eleitoral na escola é algo “natural” que sempre existiu e sempre vai existir. Mas não é bem assim. É preciso estar alerta, pois existe o risco de perdermos esse direito legítimo, um dos mais relevantes para a manutenção e ampliação da democracia na escola.
2 – Qual a origem das eleições de diretores na RME-BH
Durante muitos anos, o cargo de diretor se caracterizou por ser um cargo de confiança do governo eleito. Em Minas Gerais e em Belo Horizonte, em troca de apoio político, o governador e o prefeito distribuíam os cargos para pessoas indicadas pelos deputados e vereadores majoritários nas diversas regiões do estado ou da cidade, respectivamente. O diretor de escola, portanto, era sempre alguém de confiança do governo e dos políticos eleitos. Suas decisões eram sempre coerentes com os interesses desse grupo social. Como, por exemplo, servir de “curral eleitoral” para esses senhores.
Na segunda metade da década de 1970 e ao longo da década de 1980, a sociedade brasileira que manifestou contra a ditadura militar e pela democratização do país: votou na oposição, derrotou o partido do governo nas eleições e foi à rua expressar opinião em favor de novos dias.
A sociedade, por meio dos docentes, principalmente, manifestou também em favor de uma escola democrática. Os docentes, em todos estados e regiões brasileiras, sabiam que para democratizar o Brasil era necessário democratizar as suas mais importantes instituições, entre elas a escola. Ocorreram várias greves, muita luta para melhorar as condições de trabalho, os salários e, naturalmente, um dos pontos da pauta de reivindicação dos professores em greve era a eleição direta de diretores nas escolas. A militância entendia que a democratização das escolas tinha como ponto de partida a eleição direta de seus diretores.
A luta sindical e política era também uma luta pedagógica. Naqueles anos difíceis, professores em luta ensinavam e aprendiam a tomar atitude diante de condições desfavoráveis e a viver, assim mesmo, com autonomia. A luta era também pela renovação do ensino, por um novo currículo, por uma escola que oferecesse aos filhos dos trabalhadores uma educação plena.
No município de Belo Horizonte, antes que no estado, essa conquista foi alcançada no final dos anos de 1980, se efetivando, porém, na década de 1990.
3 – O que há de positivo nesse processo?
A eleição para diretores nas escolas é um exercício de cidadania e de educação política porque é democrático. No entanto, precisa ser melhorado.
Para tanto precisamos melhorar o processo eleitoral e a administração da escola, levando às últimas consequências sua potencialidade democrática. Para isso temos que colocar como prioridade os interesses da coletividade; ou seja, temos que nos mobilizar em busca de uma escola democrática, popular e de qualidade. Os interesses pessoais são importantes, precisam ser respeitados, mas não podem estar acima dos interesses da comunidade escolar. Definir um interesse pessoal é fácil é uma questão de fórum íntimo, mas os interesses coletivos se definem em fóruns coletivos. Portanto, além de um processo de escolha democrático, precisamos introduzir no cotidiano da escola tais fóruns e nos habilitarmos para conviver com eles. Não podemos repetir nos nossos processos eleitorais e nas nossas instâncias democráticas os vícios da política brasileira.
Precisamos ainda mobilizar forças para que alcancemos a autonomia da escola. É preciso reconhecer os nossos verdadeiros aliados e unir força com eles. Precisamos ser mais cúmplices da nossa comunidade e junto com ela caminhar no sentido de uma direção de escola autônoma. A direção não é só do diretor, não basta incluir a vontade do professor, é preciso que seja de toda a comunidade escolar.
Precisamos definir melhor nossos projetos e contemplar neles os interesses populares.
4 – Que riscos esse processo corre atualmente de sofrer um retrocesso político e social?
Não nos iludamos. Há muitos interessados em colocar fim na eleição para diretores. Há muita gente que acha mais fácil e mais legítimo obedecer e exigir obediência do que conviver com as diferenças, com a opinião e com os desejos dos outros. Há quem queira tirar vantagens da escola pública. Entre os burocratas que pensam e governam o país, os estados e municípios existem os adeptos da razão técnica, indivíduos que se acham no direito de controlar a sociedade em benefício dos mais fortes do ponto de vista político e econômico.
Em São Paulo, acabaram com o sistema de indicação política dos diretores e implantaram o concurso público. Nada melhorou e a população usuária das escolas públicas continuou não tendo voz e sem poder opinar e decidir sobre os destinos da educação escolar dos filhos.
Há alguns dias uma dirigente do MEC defendia na CBN a indicação política dos diretores da escola. Ela fazia questão de dizer que a escola não é uma instituição isolada numa estrutura educacional, por isso defendia a indicação do diretor assim como são indicados os ministros, os secretários e vai por aí a fora. Não seria o contrário? Os secretários, os ministros é quem deveriam ser escolhidos pela comunidade tal como defendemos a escolha dos diretores de escola. Nossa luta é muito maior do que a da escolha do diretor de escola. Temos que reverter esta lógica perversa.
Dias depois, na madrugada do dia 28 de julho, no programa Roda Viva, Maílson da Nóbrega, ex-ministro do governo Sarney, funcionário público de carreira, apresentava uma questão interessante que pode ajudar a nos explicar porque não devemos consentir que os diretores de escola sejam indicados e sim eleitos. Dizia o ex-ministro que na Inglaterra pouco mais de 100 dirigentes são indicados pelo governo federal daquele país. Quase todos os servidores são concursados ou eleitos. No Brasil, o governo federal indica mais de 25.000 cargos e o critério é político partidário. Com isso, a corrupção aqui é infinitamente maior do que na Inglaterra.
Por mais que tenhamos críticas à democracia, por mais que enxerguemos distorções na administração das escolas, o sistema democrático com a participação de todos ainda é o sistema mais confiável, mais legítimo, mais acolhedor dos fracos, dos socialmente invisíveis e sem vozes.
Antes mesmo de pensar em nomes, em definir chapas que irão concorrer na eleição para diretores da escola, é necessário que a comunidade escolar defina alguns parâmetros voltados aos interesses da coletividade que possam guiar os programas dos candidatos e a futura administração da escola.
Francéli Brizolla, no livro Gestão Escolar Democrática, afirma que é papel da administração escolar democratizar a educação e, paralelamente, conduzir a construção de um projeto político-pedagógico, ferramenta fundamental na construção da prática educacional democrática e de qualidade. À direção da escola cabe promover a mobilização de professores, alunos, funcionários, enfim, toda comunidade escolar na luta por uma escola pública de qualidade. Portanto, na condução da escola, deve promover o dinamismo, difundir o apreço ao comprometimento, motivar para a participação; estimular o compromisso político, a busca de autonomia; delegar poderes; valorizar a atuação e a produção do coletivo, os projetos pedagógicos, a melhoria das relações interpessoais; cuidar para que predominem ações voltadas para o bem comum. Todos esses são elementos vitais de uma direção escolar comprometida com o avanço do processo educativo.
É importante salientar que a democratização da escola fundamenta-se nos debates e embates comuns no dia-a-dia da escola, na participação, nas discussões e nas mudanças dos processos administrativos e educacionais. Uma gestão democrática e participativa não é consequência da “espontaneamente”, a participação e o envolvimento devem ser provocados, estimulados, vividos e aprendidos por toda a comunidade escolar.
Diante dessas questões que, por hora levantamos, propomos que a escola se mobilize no sentido de se realizar um processo eleitoral sério e em favor de garantir avanços democráticos e a melhora da qualidade das relações e do ensino na nossa escola.
Nilton Franciso Cardoso - Prof de História (EMFMG)
Marcia Maria Araujo Melo - Prof alfabetizadora (EMFMG)

sábado, 19 de novembro de 2011

Boletim - Sind-Rede/BH Novembro 2011



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Atividades Sind-Rede/BH - Novembro 2011



sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Urgente: Previdência PBH 2011

Olá a Todas e Todos,
Quem esteve presente na Audiência Pública realizada pela Comissão de Orçamento e Finanças Públicas da Câmara Municipal de Belo Horizonte, cujo objeto de discussão foi o Projeto de Lei 1.920/11 «Reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Belo Horizonte – RPPS - e dá outras providências», percebeu os diversos posicionamentos, seja o ponto de vista por parte das(os) servidoras(es) e entidades representativas seja por parte da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte «representada pelo Secretário Municipal Adjunto de Gestão Previdenciária, Márcio Almeida Dutra».
Percepção pessoal – O resultado dessa Audiência Pública nos traz a seguinte preocupação: a PBH não modificará o atual projeto, ou seja, não irá incorporar os pontos elementares reivindicados pelas entidades representativas e não irá desmembrar dois importantes assuntos, o primeiro é a situação dos funcionários da Beneficiência da Prefeitura de Belo Horizonte (BREPREM) e o segundo a concessão de reajuste aos aposentados sem paridade.
O condicionamento de três assuntos importantes num único projeto são táticas utilizadas pelos governos que visam inserir um conflito entre os trabalhadores para conseguir um único êxito: a retirada de direitos.
É urgente a aprovação do reajuste para os aposentados sem paridade, bem como, a resolução da situação dos funcionários da BEPREM.
Por fim, a previdência precisa de uma discussão mais aprofundada, pois é a nossa garantia de uma melhor vida funcional e, consequentemente, a segurança de uma aposentadoria tranquila.
Temos o desafio de convencermos as(os) vereadoras(es) que é preciso o desmembramento do Projeto de Lei 1.920/11 e o primeiro passo é a garantia de emendas que reflitam as nossas reivindicações. O relator do projeto na Comissão de Orçamento e Finanças Públicas é o vereador João da Locadora que tem até quarta-feira (16/11 – data provável) para apresentar o seu parecer, bem como emendas. Sendo assim, sugiro enviarmos mensagens eletrônicas e, até mesmo, ligarmos para o relator e demais membros dessa comissão.
Sugestão:
PL 1.920/11- Urgente (título do email)
Prezados membros da Comissão de Orçamento e Finanças Públicas,
Vereador Adriano Ventura (Presidente); Vereador João da Locadora (Relator do Projeto de Lei 1.920/11); Vereador Paulinho Motorista; Vereador Chambarelle; Vereador Divino Pereira.
Sou Professor Municipal da PBH e solicito que incorpore as reivindicações ao Projeto de Lei 1.920/11, que Reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Belo Horizonte – RPPS. Tais reivindicações foram apresentadas pelos servidores públicos e entidades representativas na Audiência Pública da Comissão de Orçamento e Finanças públicas (08/11/11). O primeiro ponto essencial é o desmembramento do PL 1.920/11, visto que é urgente a aprovação do reajuste para os aposentados sem paridade, bem como, a resolução da situação dos funcionários da BEPREM.
Em relação ao Regime de Previdência é imprescindível a incorporação das solicitações das entidades representativas visando corrigir questões gravíssimas que influenciarão a nossa vida funcional e a nossa aposentadoria.
Wanderson Rocha
Professor Municipal
Contatos:
Adriano Ventura – adrianoventura@cmbh.mg.gov.br – Gabinete: (31) 3555-1194
Chambarelle – chambarelle@cmbh.mg.gov.br – Gabinete: (31) 3555-1153
Pastor Divino Pereira – divinopereira@cmbh.mg.gov.br – Gabinete: (31) 3555-1155
João da Locadora – joaolocadora@cmbh.mg.gov.br – Gabinete: (31) 3555-1196
Paulinho Motorista – paulinhomotorista@cmbh.mg.gov.br – Gabinete: (31) 3555-1182
Obs.: Caso for possível, enviem uma cópia para wprocha@yahoo.com.br para registrarmos a quantidade de mensagens encaminhadas.
Ps. O silêncio não nos beneficia!
Um abraço,
Wanderson Rocha
Coletivo Fortalecer

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Eventos RME/BH - Novembro 2011

Olá a Todas e Todos,

Abaixo, envio alguns dos eventos realizados pelas Escolas e Umeis da RME/BH:

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Previdência PBH - Audiência Pública na CMBH

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Comissão de Orçamento promove audiência para ouvir servidores
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Terça-feira, 8 Novembro, 2011
Antes de apresentar o parecer e possíveis emendas sobre o projeto, o relator da Comissão garantiu que irá conversar com Prefeitura sobre as demandas apontadas pelos servidores durante a audiência. O PL foi reapresentado na Casa após acolher quase todas as sugestões e exigências apresentadas em um seminário realizado na CMBH em abril, que contou com a presença de representantes da categoria e especialistas.
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servidores lotam o plenário durante audiência para discutir pl 1920
Na manhã desta terça-feira (8/11), servidores públicos municipais lotaram o espaço interno e as galerias do Plenário Amynthas de Barros para discutir o PL 1.920/11, que dispõe sobre a reestruturação do regime de previdência da categoria. A audiência pública foi solicitada pelo relator do projeto na Comissão de Orçamento e Finanças, João Bosco Rodrigues (PT), com a finalidade de embasar seu relatório e a eventual apresentação de emendas ao projeto, que tramita em 1º turno.
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Além das dezenas de servidores, a reunião contou com a presença de vereadores, líderes sindicais e do secretário municipal adjunto de Gestão Previdenciária, Márcio Almeida Dutra. Durante o debate, além dos líderes que compuseram a Mesa, diversos servidores usaram o microfone para se manifestar e expor suas insatisfações.
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Segundo João Locadora, o objetivo do encontro foi avaliar e colher impressões sobre a nova proposta do Executivo, apresentada após seminário realizado pela em abril na CMBH para discutir a matéria, antes de emitir seu parecer. Ele parabenizou a mobilização e a participação dos servidores e ressaltou a efetiva absorção das contribuições oriundas do evento, encaminhadas pela Comissão ao Executivo.
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Em nome da Prefeitura, o secretário Márcio Dutra afirmou que as discussões necessárias já foram feitas e que o novo projeto de lei incorporou a quase totalidade das sugestões e reivindicações apresentadas no seminário. Segundo ele, os itens que ainda são questionados pelos sindicalistas não serão alterados. “A maioria desses aspectos estão subordinados a normas federais e o Município não tem competência para instituir regras próprias”, argumentou.
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Os itens, reivindicados em conjunto pelas entidades que representam os servidores, referem-se à fixação da alíquota de contribuição, aposentadoria especial por insalubridade, licenças para tratamento de saúde e paridade do conselho de administração, que prevê seis representantes do Executivo, um do Legislativo e cinco das entidades sindicais. “Este aspecto vocês devem discutir com a Câmara Municipal; se não confiam no representante do Legislativo, peçam que seja substituído por um de outra entidade” afirmou o secretário.
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BEPREM e aposentados
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Outra exigência dos servidores é que sejam desmembrados do projeto e votados separadamente, em caráter de urgência, os dispositivos que tratam da situação dos funcionários da Beneficiência da Prefeitura de Belo Horizonte (BEPREM), que encerrou as atividades no início deste ano e cuja extinção está formalizada no texto, e dos aposentados. O secretário Márcio Dutra descartou totalmente essa possibilidade, alegando que essas questões integram a matéria previdenciária e devem ser contempladas na mesma lei.
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De acordo com as lideranças sindicais, se não houver avanços no atendimento de suas principais reivindicações, a categoria irá lutar e pressionar pela apresentação e aprovação de emendas e, em último caso, pela rejeição do projeto na Câmara Municipal.
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Continuidade das negociações
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O vereador Iran Barbosa (PMDB) esteve presente ao encontro e manifestou preocupação com a saúde financeira do Fundo Previdenciário da Prefeitura. O líder do Governo na Casa, Tarcísio Caixeta (PT) defendeu a continuidade das negociações “até o último minuto” da tramitação da matéria, já que o PL ainda pode receber emendas e passar novamente pelas comissões. “É preciso que encontremos um entendimento e o projeto possa ser aprovado rapidamente, atendendo no que for possível os interesses dos servidores”, ponderou.
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Para Divino Pereira (PMN), “é preciso que boas ideias e sugestões se transformem em práticas e realidades, atendendo ao bem estar dos servidores que fazem o município funcionar”. O presidente da Comissão, Adriano Ventura (PT), considerou o encontro bastante proveitoso, destacando a maciça participação da categoria desde a apresentação do primeiro projeto, passando pelo seminário e o acompanhamento da tramitação do novo texto.
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O relator João Locadora disse que “há esperanças” e se comprometeu a levar as reivindicações sobre os pontos pendentes ao secretário municipal de Planejamento, Orçamento e informação, Paulo Bretas, e ao Prefeito Márcio Lacerda, na busca de conseguir “pelo menos em parte” o atendimento de algumas das demandas dos servidores. Segundo o relator, isto será feito antes do dia 22, data limite para a apresentação do relatório e de possíveis emendas da Comissão ao projeto.
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Superintendência de Comunicação Institucional
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Fonte: CMBH

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Sind-Rede/BH - Previdência - PBH - 11/2011


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Boletim Contra a Corrente - Ilaese 2011

CONTRA-CORRENTE
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Durante o Governo Lula e Dilma, o Brasil passou da décima para a sétima economia do mundo. No entanto, nestes mesmos governos, o Brasil praticamente não avançou em problemas elementares da educação, como o fim do analfabetismo e o acesso à educação básica. Nesta quinzena, o Contra-corrente é dedicado à análise do Plano Nacional da Educação (PNE) e à Campanha dos
10% do PIB para a Educação Pública já!

Por Fernando Antônio Soares dos Santos (Nando Poeta), professor e sociólogo e Nazareno Godeiro, pesquisador do ILAESE, ambos da Coordenação Nacional do ILAESE «Instituto Latinoamericano de Estudos Socioeconômicos».
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.Fonte: Ilaese