domingo, 29 de novembro de 2015
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
URGENTE: QUINQUÊNIO - DOBRA/APOSENTADOS/PENSIONISTAS/ATIVA
Olá a Todas e Todos,
Orientação sobre Edital de Notificação da PBH publicado no DOM 21/11/2015 "QUINQUÊNIOS APÓS EMENDA CONSTITUCIONAL Nº. 19/1998".
Um abraço, Wanderson Rocha.
URGENTE QUINQUÊNIO:
ATENÇÃO!!! ATENÇÃO!!!
Todas
as pessoas que dobram ou que incorporaram dobra na aposentadoria
DEVERÃO COMPARECER ATÉ SEXTA-FEIRA (27/11/2015) na GERÊNCIA REGIONAL DE
RECURSOS HUMANOS ou na Avenida Augusto de Lima nº30 para IMPUGNAR A
NOTIFICAÇÃO sobre quinquênios.
VER último parágrafo do texto no documento nesse link:
VER abaixo texto Petição para impugnação
PETIÇÃO
Quanto
ao “Edital de Notificação” da Secretaria Municipal de Planejamento,
publicado no DOM de 21 de novembro corrente, impugno-o por desconhecer
os detalhes individualizados aos meus interesses, requerendo, desde já,
fundamentação legal detalhada, bem como planilhas de cálculos, que
individualizem as alegações a ampararem o entendimento da Administração
Municipal.
Belo Horizonte, __ de novembro de 2015
_______________________________________________
Assinatura e BM(s)
domingo, 22 de novembro de 2015
sábado, 14 de novembro de 2015
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
terça-feira, 10 de novembro de 2015
sábado, 31 de outubro de 2015
domingo, 27 de setembro de 2015
NA LUTA E NA ELEIÇÃO DO SINDREDE, CONSTRUIR A UNIDADE PARA ENFRENTAR OS ATAQUES DE DILMA, MARCIO LACERDA e AECIO
Aproxima-se a data da renovação da Diretoria do
Sind-Rede/BH. A eleição é um momento importante no qual escolheremos a
equipe que irá estar a frente da luta de resistência da categoria pelos
seus direitos, bem como, da defesa da educação e de serviços públicos de
qualidade. O Coletivo Fortalecer que atua na diretoria e na base da
categoria, apresenta o que considera ser a melhor política para as
eleições do sindicato, considerando o cenário atual.
Diante da crise econômica que assola o mundo e o país, o governo Dilma, escolheu proteger o lado das elites. Todas as medidas do governo petista com o seu aliado PMDB jogam a conta da crise nas costas da população trabalhadora. Vejam elas: o ajuste fiscal retira bilhões dos serviços públicos e corta programas sociais; a criação do PPE (Plano de Proteção ao Emprego) que reduz salário e não garante o emprego; as MPs 664 e 665 que retiram direitos previdenciários e trabalhistas; o retorno da CPMF que atinge principalmente a população; o aumento dos juros; a inflação; dentre outras medidas. O governo aprofunda as medidas de austeridade como parte do seu compromisso assumido com aqueles que garantiram a sustentação de seu governo diante da crise política que o ameaçou. Estamos falando de banqueiros (Itaú e Bradesco), Organizações Globo, FIESP e FIERJ, dentre outros conglomerados empresariais nacionais e internacionais. Considerando ainda a corrupção que subtrai bilhões de reais dos cofres públicos.
Esse governo não pode ser defendido porque não governa para os trabalhadores, governa para o capital.
Também não pode haver confiança na oposição de direita chefiada pelo PSDB/DEM, pois estes partidos defendem a mesma política que o PT está aplicando. No governo FHC/ PSDB, 1994-2002, se aprofundou neoliberalismo no Brasil com privatizações e ataques a direitos sociais e trabalhistas. Eles também não nos representam!
O SIND-REDE/BH Precisa ser parte de uma OPOSIÇÃO DE ESQUERDA ao PT/PMDB/PSDB/DEM e seus governos.
Em BH se aprofunda o processo de privatização da cidade. Quem manda são os empresários do transporte coletivo, as empreiteiras e as empresas terceirizadas. Esta visão empresarial está tentando destruir o serviço público através do aprofundamento da terceirização e das parcerias público privado (PPP). Para isso o prefeito precisa acabar com a resistência dos servidores públicos e destruir os seus sindicatos. Querem aprovar legislações que desmantelem o serviço público a exemplo do PL 1581 (que cria o Serviço Social Autônomo que permite terceirizar atividade fim no serviço público e desviar recurso público para as empresas terceirizadas), o PL 1697 (desregulamenta os planos de carreira, inicialmente para os novos servidores), e o PL 1698 que criaria mais 400 cargos de chefia ganhando mais de 5 mil reais mensais. Este tiveram a tramitação suspensa pelo poder de nossa mobilização O governo ainda propõe mudanças em nossas Carreiras, tenta aumentar o percentual da Avaliação de Desempenho, etc. Querem implantar uma política meritocrática nos serviços públicos, para individualizar o mérito do trabalho, estabelecer a competitividade em nosso meio, nos dividir, para nos enfraquecer e destruir o serviço público.
O governo Marcio Lacerda não representa o interesse da população trabalhadora da cidade, precisa ser combatido. O SIND-REDE/BH deve se manter enquanto parte do combate a esse governo, em defesa dos interesses dos trabalhadores em educação em unidade com os demais servidores. Nesse momento, realizamos uma greve que é essencial para impedir estes ataques.
Construir a unidade da categoria para lutar contra esses governos
Para o Coletivo Fortalecer é fundamental que a categoria se unifique em uma greve porque esta é crucial na defesa dos nossos direitos. Mas é preciso dar um passo ainda maior nesta unidade e a construirmos para o processo eleitoral do sindicato, que se combina com a nossa luta, culminando em uma chapa unitária com os principais ativistas e lideranças veteranas e novatas para formar uma diretoria AINDA MAIS FORTE e RENOVADA.
Para nós do Fortalecer a unidade não tem razão de ser em si mesma, ela tem que ser expressa a partir de um programa político que contemple os seguintes pontos:
- a campanha contra Dilma PT/ Temer e Cunha PMDB e a oposição de direita representada pelo PSDB/DEM e Aécio Neves;
- a campanha contra Marcio Lacerda PSB/PSDB;
- a luta contra o ajuste fiscal e todas as retiradas de direitos que estão sendo aplicadas pelos governos federal, estadual e municipal;
- a manutenção da independência política do sindicato perante os governos;
- a defesa da democracia no sindicato;
- contra a privatização da educação e dos serviços públicos;
- a luta contra a meritocracia, o controle pedagógico docente e pela autonomia pedagógica;
- a manutenção do SIND-REDE/BH enquanto um sindicato de luta em favor de direitos, contra a exploração, contra toda a forma de opressão, em defesa da diversidade.
Acreditamos que juntos somos sempre mais fortes e cada um de nós tem muito a contribuir na elaboração de um Programa que contemple de maneira efetiva as demandas e reivindicações da categoria. O Sindicato somos todos nós e, por isso, convidamos a todas as trabalhadoras e trabalhadores em educação da Rede Municipal de Belo Horizonte a participar de nossas reuniões, contribuir com sugestões, críticas, reivindicações e propostas.
Assim, teremos uma gestão ainda mais democrática e representativa, ainda mais aberta à participação dos trabalhadores e, por consequência, ainda mais combativa na luta por nossos direitos.
A nossa próxima reunião será dia 30, quarta-feira, âs 14 horas, no Sind-Rede. Participe!
Belo Horizonte, 26 de setembro de 2015
Coletivo Fortalecer
Contatos
WhatsApp 8814.1623
coletivofortalecer.blogspot.com
Ataques e mais ataques aos direitos dos trabalhadores
Diante da crise econômica que assola o mundo e o país, o governo Dilma, escolheu proteger o lado das elites. Todas as medidas do governo petista com o seu aliado PMDB jogam a conta da crise nas costas da população trabalhadora. Vejam elas: o ajuste fiscal retira bilhões dos serviços públicos e corta programas sociais; a criação do PPE (Plano de Proteção ao Emprego) que reduz salário e não garante o emprego; as MPs 664 e 665 que retiram direitos previdenciários e trabalhistas; o retorno da CPMF que atinge principalmente a população; o aumento dos juros; a inflação; dentre outras medidas. O governo aprofunda as medidas de austeridade como parte do seu compromisso assumido com aqueles que garantiram a sustentação de seu governo diante da crise política que o ameaçou. Estamos falando de banqueiros (Itaú e Bradesco), Organizações Globo, FIESP e FIERJ, dentre outros conglomerados empresariais nacionais e internacionais. Considerando ainda a corrupção que subtrai bilhões de reais dos cofres públicos.
Esse governo não pode ser defendido porque não governa para os trabalhadores, governa para o capital.
Também não pode haver confiança na oposição de direita chefiada pelo PSDB/DEM, pois estes partidos defendem a mesma política que o PT está aplicando. No governo FHC/ PSDB, 1994-2002, se aprofundou neoliberalismo no Brasil com privatizações e ataques a direitos sociais e trabalhistas. Eles também não nos representam!
O SIND-REDE/BH Precisa ser parte de uma OPOSIÇÃO DE ESQUERDA ao PT/PMDB/PSDB/DEM e seus governos.
Márcio Lacerda, o prefeito empresário
Em BH se aprofunda o processo de privatização da cidade. Quem manda são os empresários do transporte coletivo, as empreiteiras e as empresas terceirizadas. Esta visão empresarial está tentando destruir o serviço público através do aprofundamento da terceirização e das parcerias público privado (PPP). Para isso o prefeito precisa acabar com a resistência dos servidores públicos e destruir os seus sindicatos. Querem aprovar legislações que desmantelem o serviço público a exemplo do PL 1581 (que cria o Serviço Social Autônomo que permite terceirizar atividade fim no serviço público e desviar recurso público para as empresas terceirizadas), o PL 1697 (desregulamenta os planos de carreira, inicialmente para os novos servidores), e o PL 1698 que criaria mais 400 cargos de chefia ganhando mais de 5 mil reais mensais. Este tiveram a tramitação suspensa pelo poder de nossa mobilização O governo ainda propõe mudanças em nossas Carreiras, tenta aumentar o percentual da Avaliação de Desempenho, etc. Querem implantar uma política meritocrática nos serviços públicos, para individualizar o mérito do trabalho, estabelecer a competitividade em nosso meio, nos dividir, para nos enfraquecer e destruir o serviço público.
O governo Marcio Lacerda não representa o interesse da população trabalhadora da cidade, precisa ser combatido. O SIND-REDE/BH deve se manter enquanto parte do combate a esse governo, em defesa dos interesses dos trabalhadores em educação em unidade com os demais servidores. Nesse momento, realizamos uma greve que é essencial para impedir estes ataques.
Construir a unidade da categoria para lutar contra esses governos
Para o Coletivo Fortalecer é fundamental que a categoria se unifique em uma greve porque esta é crucial na defesa dos nossos direitos. Mas é preciso dar um passo ainda maior nesta unidade e a construirmos para o processo eleitoral do sindicato, que se combina com a nossa luta, culminando em uma chapa unitária com os principais ativistas e lideranças veteranas e novatas para formar uma diretoria AINDA MAIS FORTE e RENOVADA.
Para nós do Fortalecer a unidade não tem razão de ser em si mesma, ela tem que ser expressa a partir de um programa político que contemple os seguintes pontos:
- a campanha contra Dilma PT/ Temer e Cunha PMDB e a oposição de direita representada pelo PSDB/DEM e Aécio Neves;
- a campanha contra Marcio Lacerda PSB/PSDB;
- a luta contra o ajuste fiscal e todas as retiradas de direitos que estão sendo aplicadas pelos governos federal, estadual e municipal;
- a manutenção da independência política do sindicato perante os governos;
- a defesa da democracia no sindicato;
- contra a privatização da educação e dos serviços públicos;
- a luta contra a meritocracia, o controle pedagógico docente e pela autonomia pedagógica;
- a manutenção do SIND-REDE/BH enquanto um sindicato de luta em favor de direitos, contra a exploração, contra toda a forma de opressão, em defesa da diversidade.
Venha fazer parte desse movimento!
Acreditamos que juntos somos sempre mais fortes e cada um de nós tem muito a contribuir na elaboração de um Programa que contemple de maneira efetiva as demandas e reivindicações da categoria. O Sindicato somos todos nós e, por isso, convidamos a todas as trabalhadoras e trabalhadores em educação da Rede Municipal de Belo Horizonte a participar de nossas reuniões, contribuir com sugestões, críticas, reivindicações e propostas.
Assim, teremos uma gestão ainda mais democrática e representativa, ainda mais aberta à participação dos trabalhadores e, por consequência, ainda mais combativa na luta por nossos direitos.
A nossa próxima reunião será dia 30, quarta-feira, âs 14 horas, no Sind-Rede. Participe!
Belo Horizonte, 26 de setembro de 2015
Coletivo Fortalecer
Contatos
WhatsApp 8814.1623
coletivofortalecer.blogspot.com
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Eficiência e atraso na construção de creches em BH
Ricardo Rodrigues - Hoje em Dia
Editoria de Arte
O modelo de unidades municipais de educação infantil em Belo Horizonte sugere “um peso, duas medidas”. Umeis construídas por parceria público-privada (PPP) com a Odebrecht caminham a passo célere: das 46 previstas, 36 estão prontas. As dez ainda em execução, informa a empresa, serão entregues até janeiro. Do contrato de R$ 250 milhões obtidos da prefeitura em 2012, os repasses estão em dia.
Enquanto isso, o abandono de empreendimentos contratados pela prefeitura via Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap), também para a construção de creches, virou prática comum. Cinco estão em obra desde abril de 2013. Apenas as Umeis Monte Azul e Paulo VI (regionais Norte e Nordeste) devem ficar prontas até o fim do ano. As demais estão paralisadas por distrato das construtoras e aguardam novos editais: Céu Azul, São José e Jardim Montanhês.
O gerente de expansão da Secretaria de Educação, José Aloísio de Castro, tem uma explicação para tanta diferença em um mesmo programa: “se houver distrato em PPP, a multa prevista é altíssima. Isso não ocorre com as contratações por obra direta”. No entendimento dos técnicos da prefeitura, a lei de licitações públicas (nº 8.666) é um obstáculo.
Castro explica que a PPP pressupõe serviço – a empresa faz a vigilância, capina e manutenção, rede wifi, administração predial, lavanderia e outros serviços não pedagógicos. “O aval do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) legitimou a PPP e garantiu o repasse de um terço do valor das obras ao município”. Isso significa 57 Umeis construídas com o apoio federal, somando R$ 75,3 milhões.
“Belo Horizonte é muito procurada por outras prefeituras para copiar o modelo de PPP”, afirma Castro. A lista inclui Belém, São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus e Vitória, além de Ribeirão Preto e São Bernardo do Campo.
Giselia dos Santos e a filha Yasmin sonham coma construçãoda Umei do bairro Jardim Montanhês, que depende de novo (Foto: Frederico Haikal/Hoje em Dia)
Giselia dos Santos e a filha Yasmin sonham coma construçãoda Umei do bairro Jardim Montanhês, que depende de novo (Foto: Frederico Haikal/Hoje em Dia)
Dinheiro triplicou
Castro destaca que o programa pulou de 40 Umeis em 2009 para 115 unidades prontas e entregues, das quais 36 construídas pela Odebrecht. “A PPP permitiu ao município levantar, em menos de dois anos, 26 unidades, em média duas a três escolas por mês. Pelo método tradicional (licitação pública feita pela Sudecap, responsável por contratar e administrar as obras), eram construídas cinco unidades por ano”, compara o gerente de expansão.
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Mais verba
A PBH triplicou o investimento na educação infantil (obras e custeio), que pulou de R$ 136 milhões em 2009 para R$ 340 milhões em 2014. Até dezembro serão R$ 426 milhões. Em 2009, eram 40 Umeis, agora são 115.
Faltam ser entregues 15 creches – dez de PPP e cinco da Sudecap –, chegando a 130 até dezembro de 2016, o que totalizaria a oferta de 46.490 vagas a partir de janeiro de 2017. São 70 escolas a menos que as 200 prometidas pelo prefeito Marcio Lacerda (PSB) ao cabo de duas campanhas eleitorais vitoriosas (2008 e 2012).
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Polêmica
As Umeis foram alvo de audiência pública na Câmara, que discutiu as condições físicas, manutenção e conservação de dez escolas da rede municipal – nas regionais Noroeste, Barreiro, Venda Nova e Nordeste.
Na reunião, em abril, a comunidade e representantes dos professores queixaram-se do descaso com as unidades da periferia. Procurada, a prefeitura não informou se as providências reclamadas pela população foram tomadas.
Interesse da classe média por Umeis incentiva manutenção da qualidade no ensino
O diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal (SindRede), Wanderson Rocha, critica a intenção da prefeitura de privilegiar o setor privado, sob o argumento de que é melhor privatizar do que ter obra pública. “A prefeitura está assumindo que há incompetência da Sudecap, deixando elevar o grau de insatisfação. Está fazendo isso de modo intencional. Não é falta de competência dos funcionários da Sudecap, que tem corpo técnico competente”.
Na avaliação de Rocha, a prefeitura precisa cobrar da empresa o cumprimento dos contratos licitados e não trazer prejuízo aos professores e à sociedade. “Enquanto a Umei Timbiras, na Centro-Sul, foi construída em tempo recorde por PPP, as crianças da periferia vão ficar no prejuízo com os atrasos da Sudecap. Isso é irresponsabilidade, porque o governo federal repassou o dinheiro”.
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Classe média aprova
José Aloísio de Castro, gerente de expansão da Secretaria Municipal de Educação (SME), lembra que o modelo Umei surgiu como política de educação que vê a criança como sujeito de direitos, uma concepção de cuidar e educar, com alimentação balanceada e atenção à saúde.
Embora o programa de Umeis tenha surgido com a proposta de priorizar áreas de vulnerabilidade social, Castro ressalta que a excelência de atendimento atraiu famílias da classe média, que passaram a valorizar a educação pública. “A demanda da classe média é incentivadora da qualidade, porque tem maior poder de cobrança e é mais articulada”.
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Morosidade
Prevista no Orçamento Participativo 2009/2010, a Umei Céu Azul é prova da lentidão nas obras. Paralisada desde 2013, a Sudecap informa que o processo licitatório para a conclusão está em andamento. A construção seria iniciada em julho de 2011 e entregue em janeiro de 2014, ao custo de R$ 2,8 milhões, para atender a 440 crianças. Mas a construtora pediu distrato e a segunda colocada na licitação não demonstrou interesse.
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Inscrições para o próximo ano devem extrapolar oferta de vagas
“As inscrições vão extrapolar a oferta de vagas”, prevê o gerente de expansão da Secretaria de Educação, José de Castro. Ele afirma que a expectativa da prefeitura é universalizar o ensino de 4 e 5 anos até o fim de 2016. “Não vai ficar criança sem escola. Vamos ser plenamente capazes de universalizar a educação infantil em 2016”.
O balanço do cadastramento escolar infantil para o ano que vem, finalizado na última sexta-feira, deve ser divulgado na próxima semana. O déficit este ano foi de 20 mil vagas, 3 mil a mais do que em 2013. Diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal (SindRede), Wanderson Rocha põe em dúvida a questão.
“Será que a prefeitura vai comprar vaga em escola particular para atender a todas as crianças de 4 e 5 anos, como determina o Plano Nacional de Educação?”, indaga Rocha. “Tem verba, tem professor, tem aluno, mas não tem a infraestrutura pronta. Até quando a população vai pagar pela incompetência do gestor público?”.
Ele afirma que a categoria espera contar com apoio do Ministério Público para resguardar direitos de crianças em situação de vulnerabilidade e de mães que precisam trabalhar.
Rocha sugere à prefeitura o aluguel de outro espaço para contornar esses problemas. “Na Umei Céu Azul, o quadro de matrículas para crianças foi feito, mas as obras não foram retomadas. Já tem professores que estão fazendo trabalho em outras escolas”.
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Espera-se que o ano letivo de 2017 comece com uma oferta de quase 70 mil vagas (somando Umeis e rede conveniada)
115 Umeis estão prontas; A meta é chegar a 130 unidades em 2016
Fonte: Hoje Em Dia
sábado, 12 de setembro de 2015
Sind-REDE/BH - Plenárias de Representantes de Escola/Umei - 09/09/2015
CONSTRUIR A GREVE PRA DEFENDER OS DIREITOS CONQUISTADOS!
As
Plenárias de representantes do dia 09/09 (manhã/tarde/noite)
aprofundaram na discussão de que é preciso uma resposta imediata da
categoria num cenário de reajuste 0% (zero) e de retiradas de direitos
conquistados. Sendo assim, as(os) representantes de Escolas/UMEIs
indicaram que a categoria vote pela deflagração de uma forte greve na
Assembleia da Educação no dia 22/09. Abaixo, o Calendário de Atividades:
11/09 – Lançamento dos livros de Amanda Gurgel; Cássio Diniz e Carlos Bauer - 18h30 - Sind-REDE/BH
12/09 - Assembleia Caixa Escolar - 14h - Sind-REDE/BH
* 13/09 – Panfletagem na Virada Cultural. - 09h – Porta da PBH
14 a 18/09 – Semana de Luta da Educação Infantil com panfletagem, conversa com a Comunidade Escolar e etc.
16/09 - Mobilização pelas 7h de Atividades Extraclasse (Planejamento). Dia de entrega dos requerimentos na Regional Venda Nova.
Concentração às 11h, na Avenida Érico Veríssimo nº 1.428, Rio Branco. Obs.: Terá a presença do Sin-REDE/BH.
17/09 - Mobilização pelas 7h de Atividades Extraclasse (Planejamento). Dia de entrega dos requerimentos na Regional Leste.
Concentração às 11h, na Rua Lauro Jaques, nº 20, Floresta. Obs.: Terá a presença do Sind-REDE/BH.
18/09 - Reunião de Auxiliares de Secretaria – 08h30 – Sind-REDE/BH
18/09 - Reunião de negociação com a PBH – horário e local a definir. Convocação das(os) representantes de Escola/UMEI.
18/09 - Marcha das Trabalhadoras e Trabalhadores em São Paulo.
21/09 - Discussão nas Escolas/Umeis sobre a greve e envio de comunicado à Comunidade Escolar.
22/09 - Assembleia da Educação - 08h30- Auditório da Faculdade de Direito da UFMG.
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A Plenária da tarde deliberou que o Sind-REDE/BH oriente as escolas a
não se organizarem para participar de um evento promovido por um
prefeito que precariza as condições de trabalho e não valoriza os
profissionais da educação.
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
INTENSIFICAR A LUTA PELAS 7 HORAS DE ATIVIDADES EXTRACLASSE, JÁ!
Em
2014 intensificamos a nossa luta pelas 7h de Atividades Extraclasse
(Planejamento), tendo como referência o dia 25 de abril, no qual as
Escolas e Umeis conseguiram construir uma estrutura de organização que
propiciou o debate coletivo sobre as nossas condições de trabalho e as
nossas intervenções pedagógicas. Isso culminou com uma forte greve que
teve como uma das conquistas a ampliação do nosso tempo de 5 (cinco)
para 6 (seis) horas de Atividades Extraclasse. Porém, foi preciso
fortalecer o coletivo de professoras(es) e bancar a não substituição
nessa ampliação. Em 2015, teremos que dar mais um passo coletivamente
para a conquista das 7 (sete) horas. Recentemente, a justiça, através do
Processo nº 6028126-24.2015.8.13.0024, concedeu liminar a um professor
da Rede com a seguinte determinação:
Diante
do exposto, DEFIRO o pedido liminar, para determinar que o requerido
conceda e garanta que 1/3 (um terço) da jornada de trabalho do
requerente, seja utilizada para realização do planejamento e preparação
pedagógica (fora de sala de aula), não sendo considerando para tanto o intervalo de recreio. (grifo nosso)
O que faremos agora?
A
nossa Campanha Salarial 2015 continua nesse 2º semestre, sendo assim a
Diretoria Colegiada do Sind-REDE/BH orienta que todas(os)
professoras(es) entreguem um REQUERIMENTO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO
às direções de Escola/Umei exigindo o imediato e integral cumprimento
das 7 horas de Atividades Extraclasse.
Obs.:
São 2 (duas) vias – numa via direção deverá assinar, datar e carimbar.
Guardar essa via e esperar a resposta, que deverá ser por escrito.
Abaixo, temos um modelo do requerimento para professoras(es) de Escolas e Umeis :
(clicar no texto)
(clicar no texto)
Fonte: Sind-REDE/BH



































