sexta-feira, 31 de março de 2017

DIA 28 DE ABRIL, VAMOS PARAR O BRASIL | Contra as reformas da Previdência e trabalhista e contra a terceirização

“Dia 28 de abril, vamos parar o Brasil”. Com esta formulação as Centrais Sindicais decidiram por unanimidade os próximos passos da mobilização nacional unificada contra as reformas da Previdência e trabalhista e contra a terceirização.

Todo o mês de abril será dedicado a protestos, atos, paralisações e atividades que culminarão com uma Greve Geral no País no dia 28.

Confira o chamado do dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Luiz Carlos Prates, o Mancha:


Um Encontro Nacional dos Trabalhadores do Transporte, no próximo 6 de abril em São Paulo, organizará a paralisação do setor. Outras categorias também devem realizar encontros para organizar sua participação.

Este 31 de março também será incorporado, com comando conjunto, no calendário de luta das Centrais Sindicais, com panfletagens e mobilizações, servindo para preparar o 28 de abril com suas bandeiras unificadas.

A decisão foi aprovada na tarde desta segunda-feira (27) pela CSP-Conlutas, CTB, CUT, UGT, Força Sindical, Intersindical, CSB, CGTB e Nova Central.

Essa greve será construída em cada local de trabalho, em cada escola, universidade, nos bairros e também pelos movimentos sociais e pela juventude.

De acordo com o dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Luiz Carlos Prates, o Mancha, a decisão é fundamental. “Foi muito importante a marcação do dia 28 contras reformas e a terceirização e a CSP-Conlutas vai lutar com todas suas forças e organizar pela base uma verdadeira Greve Geral neste dia”.


 
Veja abaixo a nota oficial assinada pelas Centrais Sindicais:

Dia 28 de abril
Vamos parar o Brasil

As centrais sindicais conclamam seus sindicatos filiados para, no dia 28, convocar os trabalhadores a paralisarem suas atividades, como alerta ao governo de que a sociedade e a classe trabalhadora não aceitarão as propostas de reformas da Previdência, Trabalhista e o projeto de Terceirização aprovado pela Câmara, que o governo Temer quer impor ao País.

Em nossa opinião, trata-se do desmonte da Previdência Pública e da retirada dos direitos trabalhistas garantidos pela CLT.

Por isso, conclamamos todos, neste dia, a demonstrarem o seu descontentamento, ajudando a paralisar o Brasil.

São Paulo, 27 de março de 2017.
Adilson Araújo
Presidente da CTB

Antonio Neto
Presidente da CSB

Edson Carneiro (Índio)
Secretário Geral Intersindical

José Calixto Ramos
Presidente da Nova Central

Luiz Carlos Prates (Mancha)
Secretaria Executiva da CSP-Conlutas

Paulo Pereira da Silva (Paulinho)
Presidente da Força Sindical

Ricardo Patah
Presidente da UGT

Ubiraci Dantas de Oliveira (Bira)
Presidente da CGTB 

Vagner Freitas
Presidente da CUT

Fonte: http://cspconlutas.org.br/2017/03/dia-28-de-abril-vamos-parar-o-brasil-contra-as-reformas-da-previdencia-e-trabalhista-e-contra-a-terceirizacao/

Contra as reformas da Previdência e trabalhista, 31 de março é dia de protestos em preparação à Greve Geral de 28 de abril

Os dias 8 e 15 de março foram dias em que milhares saíram às ruas para protestar. Estas datas mostraram a disposição de luta das trabalhadoras e dos trabalhadores contra os duros ataques do governo Temer, que tenta nos impor as reformas da Previdência e trabalhista e a terceirização goela abaixo.

Nesta semana, os servidores públicos federais estão realizando uma Jornada de Lutas contra as reformas de Temer e realizaram um dia nacional de luta na última terça-feira (28) que moveu milhares de trabalhadores novamente pelo país.

E neste dia 31 estaremos novamente nas ruas contra as reformas da Previdência e trabalhista e contra a terceirização, realizando panfletagens e outras ações unificadas. A data foi incorporada pelas Centrais Sindicais como parte da preparação da Greve Geral de 28 de abril.

A Central participará do 31 conforme sua defesa política, e reforça, em nota da Secretaria Executiva Nacional, que a “unidade não se confunde com a participação de atos convocados pela FBP (Frente Brasil Popular) ou pela FPsM (Frente do Povo Sem Medo), que expressam a linha ‘Contra o Golpe’ ou ‘Lula 2018’.

Para esquentar a preparação da Greve Geral, teremos ainda um Abril de Luta, com assembleias, protestos, greves em categorias e manifestações. Precisamos no organizar em todo o País para defender a nossa aposentadoria e os justos benefícios, o e os direitos trabalhistas, assim como lutar contra a precarização e os projetos de ampliar a terceirização.

Contra as reformas da Previdência e trabalhista, contra a terceirização.
Fora Temer e os corruptos do Congresso Nacional.

Fonte: http://cspconlutas.org.br/2017/03/contra-as-reformas-da-previdencia-e-trabalhista-31-de-marco-e-dia-de-protestos-em-preparacao-a-greve-geral-de-28-de-abril/

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Mobilização da educação de BH - 19-10-16


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Petição contra PEC 241/16

Bora assinar?

Clique: https://goo.gl/FPDjWK

A PEC 241/2016 garante recursos para alimentar esquema financeiro ilegal operado por "empresas estatais não dependentes", ao mesmo tempo em que pretende congela todos os gastos e investimentos primários em saúde, educação, segurança, assistência etc. por 20 anos! Na tentativa de “legalizar” esse esquema financeiro, foi apresentado, no Senado, o PLS 204/2016. Projetos semelhantes tramitam na Câmara dos Deputados: PLP 181/2015 e PL 3337/2015.

A PEC 241/2016 irá cobrir o rombo provocado por escandaloso esquema de transferência de recursos públicos para o setor financeiro privado que tais projetos pretendem legalizar.

Precisamos pressionar Senadores(as) para votar NÃO ao PLS 204/2016 e Deputados(as) a votarem não à PEC 241/2016 e aos projetos PLP 181/2015 e PL 3337/2015, pois provocarão imensuráveis prejuízos aos entes federados e à sociedade.

Leia mais:
https://goo.gl/YmMe8m

sexta-feira, 15 de julho de 2016

A SMED/BH instituiu corregedoria paralela!

A SMED instituiu corregedoria paralela!

Sem amplo direito de defesa e do contraditório a Secretária Municipal de Educação de BH, Sueli Baliza, autorizou a transferência arbitrária de professores das escolas municipais de BH.

Motivação política: até o momento, somente um professor teve acesso à documentação que motivou a sua transferência ex officio, os demais aguardam há 15 dias, desde o dia 01º/07. A atitude da SMED abre um precedente gravíssimo na administração pública ao efetivar remoções de servidores sem que os mesmos tenham acesso às motivações, bem como o direito administrativo ao recurso. Estamos diante do aprofundamento de práticas ditatoriais.

O único documento que a Diretoria do Sind-REDE/BH teve acesso foi a do professor Clayton, membro da Diretoria Colegiada do Sind-REDE/BH. Veja alguns dos argumentos utilizados pelo gerente regional de educação:
- "demonstra ser muito politizado" 
- É filiado a partido político;
- É Dirigente Sindical, ultra arrefecido, que reza a cartilha do Sind-Rede/BH;
- Desacatou uma ordem da direção, pois a mesma exigia que professor ficasse trancado na quadra com os estudantes;
- Apresenta tom ameaçador, visto que cita o Artigo 5º da Constituição Federal.


São vastos os elementos que caracterizam a motivação política.

Repudiamos a utilização de práticas ditatoriais que objetivam silenciar quem se opõe à política educacional implementada pelo governo do prefeito Marcio Lacerda.

Exigimos a revogação imediata de todas as transferências arbitrárias para que os professores possam ter o amplo direito de defesa!

Fonte: Sind-REDE/BH

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Audiência Pública contra as demissões de vigias das Escolas/UMEIs de BH


segunda-feira, 16 de maio de 2016

Prefeito Marcio Lacerda (PSB) anuncia demissão de vigias para agradar Odebrecht?



Alguém ainda tinha dúvida de que a intenção do prefeito Marcio Lacerda era a demissão de mais de 8 mil trabalhadores em educação contratados pelas Caixas Escolares, através do PL 1581 (Serviço Social Autônomo – SSA)?

A pressão da categoria conseguiu evitar a demissão em massa denunciando os vereadores que votaram no PL 1581/15, em 1º turno, mas o prefeito aprofundou a precarização no Programa Escola Integrada para justificar a demissão de monitores.
Hoje (13/05 - sexta-feira), a Secretaria Municipal de Educação anunciou a demissão dos vigias das escolas municipais e irá instalar alarmes de segurança. E quem será responsável pela instalação e manutenção? A InovaBH, empresa da Odebrecht Properties, responsável pela administração e construção das Escolas e UMEIs da Parceria Público-Privada (PPP). É a mesma empreiteira denunciada na “Operação Lava Jato” por envolvimento por pagamento de esquemas de corrupção de partidos e políticos. E o prefeito Marcio Lacerda é um dos investigados.

Nesta semana, o Projeto de Lei 1581/15 reiniciou a sua tramitação na Câmara Municipal de Belo Horizonte e esta na Comissão de educação, cujo relator é do partido prefeito. Muita coincidência!?

Exigimos a garantia do emprego aos vigias!

A crise pode ser revertida se o prefeito parar de repassar os recursos públicos para empreiteiras e bancos, bem como acabar com as secretarias criadas desnecessariamente em 2011 para atender a sua base aliada.

A substituição de vigias nas escolas por sistema de vigilância eletrônica demonstra que o compromisso do prefeito é com as grandes empresas em detrimento dos trabalhadores. Não se importa com o desemprego de quem contribuiu anos e anos de sua vida com a educação pública de nossa cidade.

Fora Lacerda e o seu projeto político!

Diretoria Colegiada do Sind-REDE/BH

terça-feira, 3 de maio de 2016

PL 1911/16 (AI-5 na Edcuação?)

AI-5 NA EDUCAÇÃO?
Não vão calar a nossa voz! Ditadura nunca mais!

Trabalhadores em Educação de BH manifestam total repúdio ao Projeto de Lei 1911/16, de autoria do vereador Sérgio Fernando (PV), que prevê a criação do “Programa Escola sem Partido”. A proposta de Lei proíbe as escolas de terem autonomia para discutirem questões relacionadas à cidadania, pois tal discussão faz com que o professor forme estudantes que respeitem os diferentes tipos de constituição familiar, que respeitem a diversidade sexual, e que respeitem os diferentes tipos de crença. Também é papel da escola educar para a vida. 

A escola não é um local isolado da sociedade, logo, as relações sociais estão presentes no seu interior. Esse projeto afronta gravemente o inciso II do artigo 206 da Constituição Federal que assegura a “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber”. Esse projeto transfere para a Secretaria Municipal de Educação um amplo poder de censura dentro das Escolas e UMEIs. Lutamos muito por uma sociedade democrática para agora vivenciarmos o retorno de práticas utilizadas durante o regime militar. Defendemos uma educação pública laica, democrática e de qualidade social. Exigimos a retirada imediata do PL 1911/16.

Contato do vereador Sérgio Fernando (PV): 3555 1206
E-mail ver.sergiofernando@cmbh.mg.gov.br

Clique no link e assista o vídeo da manifestação das trabalhadoras e trabalhadores em Educação contra o PL1911/16 durante audiência pública na Câmara na quinta feira 28/04/2016. https://www.facebook.com/sind.rede/videos/1013403032083332/



segunda-feira, 7 de março de 2016

Informes Sind-REDE/BH - 07/03/2016

Departamento de Comunicação e Imprensa informa: 
Link no site do Boletim da REDE Nº 95 enviado para Escolas/UMEIs em 07/03/2016 via Malote do Sind-REDE/BH



sábado, 2 de janeiro de 2016

Opinião nos "Jornais Estado de Minas" e "OTempo" (02/01/2016)

Espaço do leitor - Professor pede que não aprovem projeto de lei
Estado de Minas - Belo Horizonte - MG - 1º Caderno
6 - 82.658 - Sábado, 02 de janeiro de 2016




Leitor - Reclamação
O Tempo - Belo Horizonte - MG - 1º Caderno
16 - 49.273 - Sábado, 02 de janeiro de 2016



quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Vereadores de BH votam CONTRA as emendas da educação no PME


domingo, 29 de novembro de 2015

Agradecimento às(aos) apoiadoras(es) da CHAPA 01 "FORTALECER E RENOVAR"